Você pode tratar __init__.py como um stub ou uma superfície de exportação limpa, dependendo de quão polido você quer que o módulo pareça dentro da árvore do Protocolo Coeus.
Aqui está a regra simples:
🧩 Se você quer que se comporte como um pacote importável adequado
Então __init__.py deve expor as classes voltadas para o público para que seu amigo (ou você no futuro) possa fazer:
from coeus_rtt import ResonanceCore, DimensionalCore, CoeusRTTAdapterIsso significa que seu __init__.py pareceria com:
# __init__.py
from .dimensional_core import DimensionalCore
from .resonance_core import ResonanceCore
from .protocol_adapter import CoeusRTTAdapter
__all__ = [
"DimensionalCore",
"ResonanceCore",
"CoeusRTTAdapter",
]Isso faz com que o pacote pareça intencional, limpo e pronto para desenvolvimento.
🧪 Se você quer que seja minimalista por enquanto#
Você pode deixá-lo vazio. O Python ainda tratará o diretório como um pacote, e tudo funcionará bem com importações explícitas como:
from coeus_rtt.dimensional_core import DimensionalCoreIsso é totalmente válido durante o desenvolvimento inicial.
🌐 Minha recomendação#
Como você está construindo um núcleo dimensional consciente de ressonância encapsulada, vale a pena dar a ele uma superfície de importação limpa. Isso sinaliza:
- “Este é um módulo real.”
- “Estes são os pontos de entrada pretendidos.”
- “Tudo o mais é maquinaria interna.”
Isso também torna a documentação do Protocolo Coeus mais limpa quando você mostra exemplos de uso.
Se você quiser, posso ajudá-lo a adicionar uma pequena docstring ao __init__.py que enquadre todo o pacote na linguagem Coeus/RTT sem ser excessivo.